
Nos bastidores, ninguém poupa elogios à sua beleza e boa disposição.
Depois de conhecê-la, não é diffcii perceber porquê. Aos 24 anos, Maria revela uma maturidade, própria de quem já viveu além fronteiras. Aos 18 anos, partiu para Nova lorque onde estudou representação, trabalhou dois anos como actriz em Los Angeles e ensinou aos mais pequenos a arte de brincar ao faz de conta em cima das tábuas. Em 2005, com uma “bagagem’ de fazer inveja a muita gente, regressou a Portugal disposta a levar o sonho avante. Numa netnovela juvenil (T2 para 3), ao estilo de Morangos com Açúcar, mostrou que não era apenas mais uma cara bonita. Passou no casting para entrar em Podia Acabar o Mundo e, ultrapassada a excitação inicial, de quem acredita estar a sonhar acordada, desfaz-se em elogios quando o tema passa a ser a Inês: “Sou a fflha mais nova da família rica da novela. Sou a rebelde, a irreverente.., a que faz tudo para chocar os pais”. Pois é, a “menina certinha” da família Moniz virou a “ovelha negra” da família Álvares e até tem graça que seja assim:
“Está a dar-me muito gozo porque é uma personagem totalmente diferente de mim.
É uma emoção todos os dias, porque faço muita coisa que nunca fiz...”. Em suma, Maria está a soltar a rebelde que existe dentro dela. Até já se dirigem a eia na rua, e isso, por si só, é motivo de orgulho. Passou a tratar as “pessoas famosas” por tu e, aos poucos, quase sem esforço, vai adquirindo estatuto semelhante:
“Tive grandes surpresas... em relação à 1 Gama até ia um bocadinho com o pé atrás... e de repente é uma pessoa igual a mim e é a minha mãezinha”. A Inês? Essa promete continuar a fazer das suas!
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Depois da intensidade que entregou à última novela, onde interpretou o papel “desgastante física e emocionalmente” de Rodrigo em Resistirei, Paulo Rocha volta ao pequeno ecrã com um papel “engraçado e castiço”. O desafio desta participação é exactamente “arranjar alguns mecanismos para que não viva tudo à flor da pele. Quero tentar não me desgastar tanto”.
Depois da morte do pai hélder tenta ajudar a família amor não correspondido.
e isso causa-lhe alguma revolta.” O actor explica também que a “enorme paixão” que sente por Rosário (Ana Cunha) resulta nessa tristeza e constante má disposição. Hélder sofre por ter perdido os afectos da enfermeira, de quem foi namorado durante a adolescência e a mãe sofre com ele.
Paulo Rocha afirma que este papel lhe faz lembrar um pouco a personagem do “velho dos Marretas” pois é rezingão, “diz muitas parvoíces e é sempre muito reaccionário”.
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O telefone toca na Quinta do Paço e Gabriel, o caseiro, atende, longe de imaginar que está prestes a viver um dos piores momentos da sua vida. Do outro lado da linha, a mãe, em desespero, diz-lhe que ligue a televisão. Gabriel fica em estado de choque com a notícia do rapto do irmão Armindo, emigrante na Venezuela, que em criança foi acolhido pelos Álvares quando deixou Angola, perdido da família.
Alexandra, mulher do caseiro, bem tenta acalmá-lo mas sem êxito. Depois de muito tentar, Gabriel consegue falar com a cunhada. Ema diz que os raptores pedem cem mil dólares de resgate, muito mais do que os quarenta mil de que ela dispõe. O caseiro não lhe poupa críticas, acusando-a de gastar, sem critério e em luxos, o que Armindo ganha.
Joana e Henrique emprestam o dinheiro que falta e Rodrigo, que também já falou com Ema,decide ir à Venezuela salvar o amigo, recordando que foi Armindo a apadrinhar a sua estreia como forcado. Na Quinta do Paço, cresce a angústia de Gabriel ao saber que Rodrigo foi pagar pessoalmente o resgate para salvar o irmão.
Já na Venezuela, Rodrigo e Armindo fogem das balas, perdidas seguidos pelos sequestradores que já receberam o resgate. Horas depois, a televisão fala de vítimas mortais na operação de resgate de um empresário português, deixando angústia e incerteza no espírito de Gabriel e Alexandra. Passado algum tempo, todos respiram de alívio ao verem que Rodrigo e Armindo estão sãos e salvos.
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