Nos últimos episódios de Podia Acabar o Mundo, o comportamento de Inês não tem passa do despercebido aos elementos da família Álvares e àqueles com quem a jovem se relaciona.
Inês nunca recuperou do desgosto de ter perdido o seu namorado, Zé, em circunstâncias estranhas e duvidosas. A irmã de Geraldo chega mesmo a acusar este de ter morto o rapaz por ciúmes, já que mantinha com ele um relacionamento homossexual. O desgaste provocado por estas circunstâncias, bem como todas as peripécias que entretanto atingiram a família Alvares
desde logo, o aparecimento de Mercedes como amante de Henrique, todas as confusões proporcionadas pelo trio amoroso Vitória, Rodrigo e Vera e as convulsões causadas pelo rapto de João e as constantes discussões causadas pela rebeldia de Inês em relação ao pai — levam a que jovem se sinta cansada.
Não era de estranhar, portanto, que Inês pudesse ressentir-se, mas a situação começou a ficar estranha quando, uma manhã, a filha de Henrique se comportou de forma estranha ao levantar-se muito tarde para o pequeno-
-almoço, pouco comum nela, e evidenciando um cansaço fora do normal que deixou Alexandra preocupada. A empregada, que é afinal médica, começou a aperceber-se que algo de errado se passava com Inês.
Cláudia dá a ma noticia
A jovem começou a querer esconder os sintomas e numa noite em que todos vão à procura de João, Inês leva a mão ao peito por sentir uma forte dor e já não participa nas buscas.
Alexandra já não tem dúvidas de que a jovem pode estar doente e força a conversa com ela.
A partir daqui, os desenvolvimentos são dramáticos. Inês aceita e pede a Alexandra que lhe dê uma opinião sobre o seu estado de saúde, mas esta esquiva-se dizendo que a atitude mais correcta é falar com Nuno no centro de saúde, porque é ele quem conhece o resultado dos últimos exames médicos. Inês vai então à vila mas acaba por ser atendida por Cláudia, que lhe comunica, em função dos exames,
que ela está gravemente doente com um cancro Apesar de todos os cuidados que Cláudia tem ao revelar o problema, Inês não esconde o choque que acaba de sofrer mais tarde discute com Nuno, revoltada por não ter sido o irmão a dar-lhe a notícia e por não se ter apercebido da doença assim que os exames ficaram disponíveis.
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Nos bastidores, ninguém poupa elogios à sua beleza e boa disposição.
Depois de conhecê-la, não é diffcii perceber porquê. Aos 24 anos, Maria revela uma maturidade, própria de quem já viveu além fronteiras. Aos 18 anos, partiu para Nova lorque onde estudou representação, trabalhou dois anos como actriz em Los Angeles e ensinou aos mais pequenos a arte de brincar ao faz de conta em cima das tábuas. Em 2005, com uma “bagagem’ de fazer inveja a muita gente, regressou a Portugal disposta a levar o sonho avante. Numa netnovela juvenil (T2 para 3), ao estilo de Morangos com Açúcar, mostrou que não era apenas mais uma cara bonita. Passou no casting para entrar em Podia Acabar o Mundo e, ultrapassada a excitação inicial, de quem acredita estar a sonhar acordada, desfaz-se em elogios quando o tema passa a ser a Inês: “Sou a fflha mais nova da família rica da novela. Sou a rebelde, a irreverente.., a que faz tudo para chocar os pais”. Pois é, a “menina certinha” da família Moniz virou a “ovelha negra” da família Álvares e até tem graça que seja assim:
“Está a dar-me muito gozo porque é uma personagem totalmente diferente de mim.
É uma emoção todos os dias, porque faço muita coisa que nunca fiz...”. Em suma, Maria está a soltar a rebelde que existe dentro dela. Até já se dirigem a eia na rua, e isso, por si só, é motivo de orgulho. Passou a tratar as “pessoas famosas” por tu e, aos poucos, quase sem esforço, vai adquirindo estatuto semelhante:
“Tive grandes surpresas... em relação à 1 Gama até ia um bocadinho com o pé atrás... e de repente é uma pessoa igual a mim e é a minha mãezinha”. A Inês? Essa promete continuar a fazer das suas!
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